Arquivo mensal: outubro 2009

Soluções para Produtos Químicos

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SABÃO LÍQUIDO

½ Kg  de sabão de coco, glicerina ou caseiro; Suco de 2 limões; 4 colheres de sopa de amoníaco; 6 l  de água ou chá forte de ervas.

Dissolva os pedaços de sabão, picado ou ralado num l de água quente. Adicione 5 l de água fria junto com o suco de limão e o amoníaco. Guarde em garrafas.

 

DESINFETANTE

5 l de água ou erva aromática; 750 g de sabão de coco; 1 copo médio de hidróxido de amônio(sal amoníaco).

Ralar, dissolver o sabão num pouco de água quente. Qd/ estiver quase frio juntar  o resto da água e o amoníaco .

 

DESINFETANTE PARA BANHEIRO

5 l de cachaça ou álcool; 4 l de água; 1 sabão caseiro; folhas de eucalipto ou outra erva aromática.

Ferver 1 l de sabão até dissolver; depois de frio juntar 3 l de água e a tintura.

 

SABÃO ANTIPULGAS E PIOLHOS.

2 sabões caseiros; 50ml de tintura de arruda e erva de santa maria.

Derretem-se os sabões e misturam-se as tinturas ou faz-se o sabão caseiro utilizando chás fortes destas ervas em vez de água.

 

SABÃO CASEIRO (BÁSICO)

4 l de água; 1 kg de soda; 4 l de álcool; 5 k g de sebo.

 Mais infos:  http://sabaodoselecta.blogspot.com

Biogás

O biogás é uma mistura gasosa combustível, produzida através da digestão anaeróbia, ou seja, pela biodegradação de matéria orgânica pela ação de bactérias na ausência de oxigênio.

biodigestor

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Esse é um processo natural que ocorre em pântanos, mangues, lagos e rios, e é uma parte importante do ciclo biogeoquímico do carbono. Produzido dessa maneira, o biogás não é utilizado como fonte de energia.

A produção do biogás também é possível a partir de diversos resíduos orgânicos, como estercos de animais, lodo de esgoto, lixo doméstico, resíduos agrícolas, efluentes industriais e plantas aquáticas.

Nesse caso, quando a digestão anaeróbica é realizada em biodigestores, especialmente planejados, a mistura gasosa produzida pode ser usada como combustível, o qual, além de seu alto poder calorífico, de não produzir gases tóxicos durante a queima e de ser uma ótima alternativa para o aproveitamento do lixo orgânico, ainda deixa resíduo um lodo que é um excelente biofertilizante.

Um exemplo de utilização de biodigestores é a produção de biogás pela Sabesp na estação de tratamento de Barueri, este gás produzido é utilizado na geração de energia elétrica através de motores e microturbinas, que supre parte da energia elétrica consumida numa Estação.

O biogás é uma mistura gasosa composta principalmente de:

  • Metano (CH4): 40 – 70% do volume de gás produzido.
  • Dióxido de carbono (gás carbônico, CO2): 30 – 60% do volume de gás produzido.
  • Hidrogênio (H2): 0 – 1% do volume.
  • Sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico, H2S): 0 – 3% do volume .

O poder calorífico do biogás é aproximadamente 6kWh/m3, o que corresponde a aproximadamente meio litro de óleo diesel. O principal componente do biogás, quando se pensa em usá-lo como combustível, é o metano.

As vantagens da utilização do processo de Biodigestão são:

  • É um processo natural para se tratar rejeitos (resíduos) orgânicos.
  • Requer menos espaço que aterros sanitários ou compostagem.
  • Diminuir o volume de resíduo a ser descartado.
  • É uma fonte de energia renovável.
  • Produz um combustível de alta qualidade e ecologicamente correto ( a combustão do metano só produz água e dióxido de carbono, não gerando nenhum gás tôxico).
  • Maximiza os benefícios de reciclagem / reaproveitamento da matéria orgânica.
  • Produz como resíduo o biofertilizante, rico em nutrientes e livres de microorganismos patogênicos.
  • Reduz significativamente a quantidade emitida de dióxido de carbono (CO2) e de metano (CH4), gases causadores do efeito estufa.

As desvantagens da utilização do  processo de Biodigestão são:

  • Controle dos níveis das variáveis de operação dos biodigestores como: temperatura, teor de água, pH, nutrientes e impermeabilidade ao ar.
  • Formação de gás sulfídrico (H2S), um gás tóxico.
  • Necessidade de tratamento do gás obtido, dependendo da quantidade de gás sulfídrico.
  • Escolha do material na construção do biodigestor devido a formação de gases corrosivos.

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Fonte: 1. Udaeta, Miguel. et al. Energia do Biogás do Reuso da Água do Esgoto dentro do Planejamento Energético. GEPEA/Ago/2004. 2. Apostila Habitações Sustentáveis – IPEMA.

Energia Renovável

ENERGIA SOLAR

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O aproveitamento da energia gerada pelo sol, inesgotável na escala terrestre de tempo, tanto como fonte de calor como de luz, é hoje, uma alternativa energética promissora para enfrentar os desafios do novo milênio.

A energia solar é considerada uma fonte de energia limpa e renovável, pois não polui o meio ambiente e não acaba.

É a partir da energia do Sol que se dá a evaporação, origem do ciclo das águas, que possibilita o represamento e a conseguente geração de eletricidade (hidroeletricidade). A radiação solar também induz a circulação atmosférica em larga escala, causando os ventos. Petróleo, carvão e gás natural foram gerados a partir de resíduos de plantas e animais que, originalmente, obtiveram a energia necessária ao seu desenvolvimento, da radiação solar.

Os métodos de captura da energia solar classificam-se em diretos ou indiretos.

Método Direto significa que há apenas uma transformação para fazer da energia solar um tipo de energia utilizável pelo homem.

Exemplos: A energia solar atinge uma célula fotovoltáica criando eletricidade. A conversão a partir de células fotovoltaicas é classificada como direta, apesar de que a energia elétrica gerada precisará de nova conversão em energia luminosa ou mecânica, por exemplo – para se fazer útil.

A energia solar atinge uma superfície escura e é transformada em calor, que aquecerá uma quantidade de água, por exemplo – esse princípio é muito utilizado em aquecedores solares.

Método Indireto significa que precisará haver mais de uma transformação para que surja energia utilizável.

Exemplo: Sistemas que controlam automaticamente cortinas, de acordo com a disponibilidade de Luz do Sol.

Também se classificam em passivos e ativos:

  • Sistemas passivos são geralmente diretos, apesar de envolverem (algumas vezes) fluxos em convecção, que é tecnicamente uma conversão de calor em energia mecânica.
  • Sistemas ativos são sistemas que apelam ao auxílio de dispositivos elétricos, mecânicos ou químicos para aumentar a efectividade da coleta. Sistemas indiretos são quase sempre também ativos.

 

Vantagens

  • A energia solar não polui durante seu uso. A poluição decorrente da fabricação dos equipamentos necessários para a construção dos painéis solares é totalmente controlável utilizando as formas de controles existentes atualmente.
  • As centrais necessitam de manutenção mínima.
  • Os painéis solares são a cada dia mais potentes ao mesmo tempo que seu custo vem decaindo. Isso torna cada vez mais a energia solar uma solução economicamente viável.
  • A energia solar é excelente em lugares remotos ou de difícil acesso, pois sua instalação em pequena escala não obriga a enormes investimentos em linhas de transmissão.
  • Em países tropicais, como o Brasil, a utilização da energia solar é viável em praticamente todo o território, e, em locais longe dos centros de produção energética, sua utilização ajuda a diminuir a demanda energética nestes e consequentemente a perda de energia que ocorreria na transmissão.
  •   

    Desvantagens

    • Um painel solar consome uma quantidade enorme de energia para ser fabricado. A energia para a fabricação de um painel solar pode ser maior do que a energia gerada por ele. 
    • Os preços são muito elevados em relação aos outros meios de energia.
    • Existe variação nas quantidades produzidas de acordo com a situação atmosférica (chuvas, neve), além de que durante a noite não existe produção alguma, o que obriga a que existam meios de armazenamento da energia produzida durante o dia em locais onde os painéis solares não estejam ligados à rede de transmissão de energia.
    • Locais em latitudes médias e altas (Ex: Finlândia, Islândia, Nova Zelândia e Sul da Argentina e Chile) sofrem quedas bruscas de produção durante os meses de inverno devido à menor disponibilidade diária de energia solar. Locais com frequente cobertura de nuvens (Curitiba, Londres), tendem a ter variações diárias de produção de acordo com o grau de nebulosidade.
    • As formas de armazenamento da energia solar são pouco eficientes quando comparadas por exemplo aos combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás), a energia hidroelétrica (água) e a biomassa (bagaço da cana ou bagaço da laranja).

     

    Algumas formas da utilização da energia solar seguem abaixo…..

     

    ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

    É usado para a produção de eletricidade através de painéis solares. Ao absorver luz, este dispositivo produz uma pequena corrente elétrica, que é aproveitada. Há duas formas: a ativa – transformação dos raios solares nas formas de energia térmica ou elétrica; passiva – é aplicada no aquecimento dos prédios.

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    BOILER SOLAR

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    ENERGIA EÓLICA

    A energia eólica é gerada pelo vento e pode ser canalizada pelas modernas turbinas eólicas ou pelo tradicional cata-vento.

    Vantagens: Há ventos favoráveis no Brasil, para a ampliação dos instrumentos eólicos. O impacto ambiental é minimo, tanto em ruídos quanto para o ecossistema.

    Desvantagens: Para a produção de energia elétrica em grande escala só são interessantes regiões  que tenham ventos com velocidade de 6 m/seg ou superior. As turbinas e os cata-ventos são instalações mecânicas grandes e ocupam um espaço físico considerável.

    eolica

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    ENERGIA HÍDRICA

    A força das águas de um rio é convertida em energia elétrica com a rotação de uma turbina hidráulica. A energia hídrica é aplicada no campo através de pequenas centrais hidrelétricas, baseadas em rios de pequeno porte.

    Vantagens: As pequenas centrais suprem uma prioridade e alimentam seus geradores. A região Centro-Sul do Brasil é propícia ao uso desse tipo de recurso.

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    BIOMASSA

    Existem trê tipos:

    Sólida: Produtos e resíduos da agricultura (vegetal e animal), resíduos de florestas e a parte biodegradável dos resíduos industriais e urbanos.

    Líquida: Combustíveis líquidos, como o biodiesel, obtido a partir de óleo de girassol; o etanol, produzido com a fermentação de hidratos de carbono (açúcar, amido, celulose); e o metanol, gerado pelo gás natural.

    Gasosa: Encontrada na agroindústria e nos aterros de resíduos sólidos urbanos. Estes resíduos são resultado da degradação da matéria orgânica e são produzidos por uma mistura de metano e gás carbônico. A combustão (queima) desses materiais gera a energia.

     

    Em breve, mais informações a cerca de fontes de energia renovável….

    Fontes:

    Água – Captação da água das chuvas e construção de cisterna

     

    agua

    A água é um recurso básico para a sustentação humana em um ambiente e ao longo do tempo várias civilizações evoluíram e padeceram em função de sua relação de uso com este recurso. O conhecimento tradicional sempre relacionou diversos sinais do ambiente, plantas, comportamento da flora e fauna, a formação de nuvens, etc, com eventos relacionados à água.

    Atualmente a água é tratada pela civilização moderna como um recurso rico e ilimitado. Ao mesmo tempo em que o uso sustentável deste recurso é adiado, nunca a poluição dos sistemas aquáticos atingiu níveis tão altos, a ação humana hoje, através da criação de grandes áreas impermeabilizadas nas grandes cidades, da contaminação dos lençóis freáticos com os fertilizantes químicos e agrotóxicos, da contaminação dos cursos de água pelas indústrias e o esgoto doméstico, que compromete seriamente a qualidade da água para o consumo humano.

    Só a atividade agropecuária é a responsável pela maior parte do consumo de água doce do mundo, cerca de 73%, e é na agricultura onde ocorre o maior desperdício: as irrigações por pivô, perdem 60% da água por evaporação antes que esta atinja o solo; culturas não adaptadas ao meio ambiente consomem mais água que culturas de espécies nativas, para produzir a mesma quantidade de alimento. a industria consome 21% da água doce e o restante é consumido em uso doméstico.

    O uso sustentável da água consiste em estabelecer o máximo de elementos de captação, armazenamento, e reciclagem; preferindo armazenar água nos pontos mais altos e reciclar água o quanto for possível.

    A água ingressa num sistema produtivo de uma propriedade agrícola na forma de chuva, água de inundação, água de irrigação, água no solo e umidade do ar. A umidade do solo é um fator determinante na produção de alimento em um sítio. A água presente no solo transporta nutrientes solúveis, afeta a aeração, a temperatura e os processos biológicos do solo.

    As condições climáticas, o manejo do solo e a exigência das plantas cultivadas no sítio é que determinarão as condições de umidade do solo. Destes, o único fator que não pode ser manejado é o clima. O manejo do solo através da adoção de práticas de movimentação do solo sem revolvimento, plantio em nível, terraceamento, canais de infiltração e cobertura do solo, que por si só já é capaz de aumentar a retenção de água no solo, já que a matéria orgânica é capaz de reter 4 vezes o seu volume em água.

    A captação da água no solo tem sua importância no controle da erosão hídrica; na reposição do estoque de água nos lençóis freáticos e na recuperação da fertilização da fertilidade do solo. As técnicas de captação da água no solo dependem de algumas características, tais como, clima, regime de precipitação e fatores de sítio como a topografia e disponibilidade de recursos e mão-de-obra.

    Captação da água dos telhados é uma solução prática e confiável para o abastecimento de água potável. A água da chuva normalmente precipita limpa é livre de poluição e, se captada e armazenada de forma correta pode suprir as necessidades de uma família durante todo o ano.

      

    * TANQUES DE FERROCIMENTO

    A técnica do ferrocimento é uma técnica muito econômica para utilização do cimento e permite a construção rápida de reservatórios de pequeno porte. O custo final chega a ser 20% do valor de reservatórios de ferro, sendo que estes se não galvanizados oxidam em menos de cinco anos.

    Tanques de ferrocimento são muito resistentes e de fácil reparo. Utiliza-se uma malha de ferro (tela de reforço) de armação e telinha para sustentação e uma camada de 2 cm de espessura de massa de cimento forte. Depois de pronta a caixa deve permanecer cheia por duas semanas para curar o cimento.

    Para armazenamento de água potável, a cisterna deve ser vedada à luz solar e protegida com tela para insetos. Posicione o registro de saída a 10 cm do fundo da caixa e o dreno de limpeza no fundo da caixa. Direcione a saída de excesso (ladrão) para um canal de infiltração. A ligação da calha à caixa deve ser direta, sem uso de sifão.

     

    * DEMANDA

    O tamanho do reservatório deve ser determinado pela necessidade de consumo e a duração máxima do período de estiagem (seca).

    Quanto de água você precisa armazenar?

    Esse resultado pode ser obtido facilmente com este simples cálculo:

    Demanda diária X n. de pessoas X Máximo período sem chuvas = Necessidade de armazenamento.

       

    CAPACIDADE

    MATERIAL

    7000 litros

    29000 litros*

    65000 litros*

    Tela de reforço**

    12 metros

    24 metros

    36 metros

    Telinha de VIVEIRO***

    18 metros

    42 metros

    74 metros

    Cimento

    7 sacos

    18 sacos

    35 sacos

    Areia lavada

    14 carrinhos

    36 carrinhos

    70 carrinhos

    Tampa e conexões      

    * Tanques de raio superior a 1,5 metros necessitam de estrutura reforçada para a tampa.

    ** Tela de reforço 10×10/4,3 mm, rolo 2,45x60m.

    *** Tela de pinteiro, 1/2″ rolo de 1mx100m.

     

    * CÁLCULO PARA DIMENSIONAMENTO DA CISTERNA

    Área do fundo:

    ? (3,1416) × R 2 (raio) × h (altura) = Volume da cisterna em m 3

    Circunferência:

    2× ? (3,1416) × R (raio) = Circunfrência

    Área da parede:

    Circunferência × h (altura) = área da parede em M 2

    Exemplo da aplicação dos cálculos p/ 01 cisterna de 30.000 litros:

    30.000 = ? (3,1416) × R 2 (raio) × 2,45m (altura)

    30.000 = 7,69 × R 2

    R 2 = 30 m 3 /7,69 ( para obter resultado em m)

    R 2 = v 3,9

    R = 1,97m (medida do raio)

    Quando a área e o solo estiverem preparados, utilize implementos ou ferramentas manuais para a compactação e alisamento do local onde será construído o tanque. Coloque uma estaca no centro. Amarre uma corda fina ou fita métrica na estaca, de tal maneira que se possa girar a corda ou a fita riscando no chão um círculo com o diâmetro obtido no cálculo, no caso, 1,97 m 2 , Para facilitar a visualização, espalhe cal, farinha ou qualquer outra matéria branca sobre o círculo. Este vai ser o local o local da construção.

     

    * PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO

    1º DIA

    1.0. PREPARAÇÃO DO LOCAL

    1.1. Marcar circunferência da base da cisterna no chão;

    1.2. Nivelar e compactar o solo. Vazamentos na base podem trazer grandes problemas;

    2.0 ARMAÇÃO DA GAIOLA (Estrutura Férrea)

    2.1. Marcar um local a parte para amarrar as estruturas;

    2.2. Cortar cada parte da cisterna separadamente (observar medidas)

    * BASE

    * TAMPA

    * LATERAL

    2.3. Amarrar a tela de pinteiro em suas respectivas estruturas (tampa e lateral);

    2.4. Acoplar e amarrar as estruturas que foram montadas separadamente;

    3.0 CIMENTAR A BASE

    * Revestir o local da base com uma argamassa de 4 cm de espessura em uma mistura de 03 partes de cimento por 01 de areia;

    * Assentar a estrutura da base já com as esperas;

    * Fazer o segundo revestimento cobrindo toda a ferragem;

    2º DIA

    4.0 PRIMEIRO REBOCO

    * Amarrar a lateral (já pronta) à estrutura da base;

    * Aplicar o primeiro reboco externo lateral;

    * Esperar secar;

    3º DIA

    5.0 SEGUNDO REBOCO

    * Aplicar o primeiro reboco no interior da lateral;

    * Aplicar o segundo reboco externo na lateral;

    * Fazer acabamento interno com esponja e água;

    * Fazer acabamento externo com desempenadora;

    * Fazer acabamento externo com exponja e água;

    * Instalar as conexões (dreno ladrão flange, registro, mangueira de nível);

    * Manter às paredes úmidas para evitar rachaduras;

    4º DIA

    6.0 TAMPA

    * Amarrar a estrutura da tampa lateral;

    * Escorar a estrutura dando forma a tampa;

    * Msontagem da válvula separadora das primeiras águas da chuva;

    * Aplicação do primeiro e segundo rebocos na tampa;

    * Acabamento com desempenadeira;

    * Acabamento com esponja e água;

    * Aplicação de uma;

    * Encher a cisterna;

    * Retirar as escoras após 15 dias;

    * OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

    Deve-se observar o clima durante a construção, caso haja sol intenso ou baixa umidade relativa do ar será necessário molhar a parede da cisterna para evitar rachaduras ocasionadas pela rápida perda de água;

    Para cisternas com tampa e raio superior a dois metros é necessária a construção de pilares para apoiar a mesma;

    A cisterna deve estar sempre úmida durante a cura do cimento;

    É conveniente lavar as caixas uma vez por ano, no começo do período de chuvas. Utilize cal diluída

    A argamassa utilizada é feita com 02 parte de areia para 01 de cimento e 01 saco de cimento rende aproximadamente 03 m 2

     

     

     

    Cisterna

    Cisterna

     

    Fonte:  Apostila Habitações Sustentáveis – IPEMA/2007

    Recicla Flores decora Festa na Ilha Bela

    Festa de 25 anos da Banda Ilha Bela

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    A Festa será realizada no paradisíaco Restaurante Canto do Jabaquara, localizado na praia do Jabaquara – Ilhabela no dia 01/11 a partir das 22h e contará com a presença de vários artistas e bandas, performances de pirofagia e artes circense, com toda infra-estrutura necessária p/ receber 1000 pessoas.

    A decoração será feita com materiais reciclados e reutilizados pelo grupo RECICLA FLORES.

    Teremos no local, 10 seguranças, 1 ambulatório médico com 2 enfermeiros e 1 auxiliar de enfermagem, 02 salva vidas além do apoio e da Polícia Militar.

    Convites: 20,00 M /30,00 H /Casal 45,00.

    Para transporte contaremos c/ 12 jipes, 02 escunas e 02 flex-boats, todos cadastrados, autorizados e credenciados. Todos esses meios de transporte custarão R$30,00 para aqueles que já possuem o convite em mãos e o convite dará prioridade na hora do embarque.

    JIPES /FLEXBOATS terão suas saídas iniciadas no píer da vila à partir das 20h30 com intervalos intercalados de 20 minutos. A volta será 02h com intervalos de 30 minutos.

    Escunas terão saídas as 20h e 22h e retornarão às 03h30 e 05h.

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    Compostagem – Parte 3

    COMPOSTEIRAS

     

    Neste capítulo, seguem os tipos de composteiras, como fazê-las e o que acrescentar em cada uma delas para produzir o Composto Orgânico!

    Recicla na cozinha, aproveitando o máximo dos alimentos, cuidando do lixo que produz para que seja o menos agressivo possível ao meio e dando-lhe o destino adequado. Com as sobras da cozinha, você pode fazer um ótimo composto para utilizar na sua horta! Na cozinha temos uma grande quantidade de matéria orgânica que são os resíduos de alimento. Este material poderá ser processado através de métodos de compostagem para ser transformado em solo. Isto economiza tempo e dinheiro na cozinha e na horta.

    Dentro ou fora de casa, qualquer um pode fazer adubo! Se você não tem um jardim, um pequeno espaço na garagem ou sacada é suficiente, ou até mesmo debaixo da pia da cozinha.

    Para começar você vai precisar de 2 recipientes (tambor de plástico de 40 a 80 L) com tampa. Um recipiente de adubo é para iniciar o processo; Quando o primeiro estiver cheio você começa encher o segundo. E quando o segundo estiver cheio, o primeiro estará pronto para ser usado e pode ser esvaziado.

    Sozinhos, os restos de comida são muito molhados para fazer o adubo, por isso precisa de palha, folhas secas, pedaços de jornal (sem tinta colorida ou papel brilhante), serragem (de madeira não tratada), papel cartão ou casca de coco. Tenha um balde de materiais secos ao lado do recipiente 1 e um balde de terra(coletada na base de uma árvore saudável) para colocar junto aos restos de comida.

    Acrescente primeiro no recipiente:

    • alguns centímetros de materiais secos no fundo
    • jogue os restos de cozinha do dia por cima
    • cubra os restos com a mesma quantidade de materiais secos
    • jogue uma mão cheia de terra saudável, um pouco de cal ou cinza de madeira.

    Continue o processo até encher o recipiente! Mas antes, vire a pilha frequentemente para permitir a entrada de ar (1x por semana). Misture o conteúdo a cada semana com uma pá de adubo ou pequeno revolvedor de adubo.

    O composto vai estar pronto em aproximadamente 45 a 60 dias. Mais algumas dicas, seguem no desenho a baixo.

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    # Composteira Giratória

    A lata de compostagem giratória é perfeita para as pequenas hortas urbanas. As sobras da cozinha, palha ou folhas são colocadas dentro de um barril com uma pequena quantidade de água. Ao invés de virar a compostagem com um garfo, você gira o barril e, este sistema pode ser feito rapidamente (em menos de um mês).

    O conteúdo de uma semana do seu lixinho de cozinha pode ser acrescentado pela portinhola na lateral do barril. Feche a portinhola e vire a manivela.

     

    # Minhocário

    Criar um minhocário urbano pode auxiliar a reciclar restos de comida ou transformar o adubo em húmus valioso. Para esta fazenda de minhocas, você vai precisar de um latão ou tambor (500 ml), torneirinha acoplada, cascalho, pedaço de tela sombrite, pedaço de arame, minhocas, composto, restos de comida (sem carnes), papelão sem cor e folhas secas e mais um pedaço de papelão como tampa.

    • Faça um pequeno buraco no barril distante aproximadamente 10 cm da base. Encaixe a torneirinha.
    • Coloque o cascalho ou tijolos na parte de baixo do barril e o pedaço de tela sombrite em cima, amarrada com um arame para não sair.
    • Coloque o composto umedecido.
    • Coloque as minhocas em cima do composto.
    • Espere por 3 dias e acrescente os restos de comida, papelão e folhas secas.
    • Faça uma tampa com buracos no papelão e cubra o topo para proteger.
    • Sempre acrescente restos de alimentos na parte de cima para alimentar as minhocas.
    • Depois de 45 dias o húmus estará pronto, coloque a peneira no topo, encostando o material e coloque restos de comida em cima. As minhocas passarão pelos furinhos da peneira e você pode então retirar o húmus de dento do barril e repetir todos os passos anteriores.

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    ACRESCENTE EM SUA LATA DE COMPOSTAGEM

    • Restos de frutas e vegetais, incluindo cascas de banana e decebolas, flores, batata,e outros ítens: ovos, pó de café e papel filtro usados, cinza ou serragem, papelão, caixas de ovos, cabelos, fósforos, pão velho, leite, cascas de nozes, queijo mofado, yogurt, arroz e penas.

     NÃO ACRESCENTE EM SUA LATA DE COMPOSTAGEM

    • Não é uma boa idéia acrescentar alimentos tais como carne, frango e peixe, nem fezes de gato e cahorro na sua lata de compostagem urbana, uma vez que estes liberam odores fortes e que atraem ratos.
    • Não coloque fraldas descartáveis, que tem plástico, nem papel brilhante de revistas, pois este tipo de papel libera toxinas.

    O segredo do sucesso da compostagem é ter uma boa mistura de materiais e uma dose adequada de umidade. Se a compostagem for muito úmida, vai terminar um lodo fedorento, se o monte estiver muito seco vai levar mais tempo, então acrescente água e cubra com folhas para reter a umidade.

    Lembre-se de acrescentar 3x mais materiais secos, como folhas e gramas do que lixo fresco, como os restos de cozinha. Jogue um pouco de água a cada poucas camadas para manter a umidade. Para apressar o processo de compostagem, simplismente, corte em pedaços os materiais antes de colocá-los na lata de compostagem.

    Fonte: Soluções sustentáveis 1a. edição- Permacultura Urbana (Lucia Legan) – ECOCENTRO IPEC.

    Compostagem – Parte 2

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    Quais são os benefícios trazidos pelo composto orgânico?

    * Benefícios físicos

    A adição de composto orgânico reduz a densidade do solo, tornando-o mais fácil de ser trabalhado e mais poroso, aumenta a sua permeabilidade à água e aos gases, reduzindo dessa forma a erosão. O composto orgânico resiste à compactação em solos de textura fina e aumenta a capacidade de retenção de água e melhora a agregação em terrenos de textura granulada (arenosos). A adição de composto orgânico pode também gerar uma maior resistência aos períodos de secas e propiciar uma utilização mais eficiente da água. Portanto, a freqüência e a intensidade da irrigação podem ser reduzidas. A terra misturada ao composto torna-se rica em nutrientes e fica mais escura, fazendo com que absorva mais calor do que o solo sem o composto orgânico, tornando-o um meio ambiente mais favorável para a lavoura e o cultivo de plantas ornamentais.

    * Benefícios químicos

     Os principais elementos encontrados no composto são o nitrogênio, o potássio, o ferro, o fósforo, o enxofre e o cálcio. Esses elementos variam em quantidade, de acordo com a composição original do aprovisionamento e do processo de compostagem usado. As percentagens de N-P-K no composto orgânico acabado são relativamente baixas, mas o benefício trazido por elas acontece devido à liberação de nitrogênio e fósforo no solo em proporções que, embora baixas, podem ser usadas pelas plantas e não são perdidas por causa da lixiviação.

    A adição do composto ao solo pode modificar o pH da mistura final. Dependendo do pH do composto orgânico e do solo original, o acréscimo do composto pode elevar ou reduzir o pH da mistura terra/composto orgânico. Portanto, quando se mistura um composto que tenha o pH variando de neutro a levemente alcalino a um solo de pH ácido, isso aumentará o pH do solo se forem respeitadas as proporções adequadas. Em condições específicas, descobriu-se que o composto orgânico afeta o pH do solo mesmo quando e aplicado em pequenas quantidades, como por exemplo: 20-50 toneladas por hectare (10.000 m2).

    O composto orgânico irá também melhorar a capacidade de troca de cátions dos terrenos, capacitando-os a reter nutrientes por mais tempo. Isso, da mesma forma, permitirá que as plantações utilizem mais apropriadamente os nutrientes e que a perda desses últimos pela lixiviação seja reduzida. O aumento da capacidade de troca de cátions dos solos arenosos pela adição de composto orgânico pode melhorar grandemente a retenção de nutrientes para as plantas na zona da raiz.

    * Benefícios biológicos

    A atividade dos organismos do solo é essencial para a produtividade do solo e para obtenção de plantas saudáveis. Sua atividade é baseada, fundamentalmente, na presença de matéria orgânica. Os microorganismos presentes no solo incluem as bactérias, os protozoários, os actinomicetos e os fungos.

    Os microorganismos têm um papel importante na decomposição da matéria orgânica que, por sua vez, leva à formação de húmus e ao aumento da disponibilidade de nutrientes. Os microorganismos podem também melhorar a atividade das raízes como acontece com fungos específicos que agem em simbiose com as raízes das plantas, ajudando-as na obtenção de nutrientes do solo. O aumento da quantidade de minhocas também pode ser incentivado se houver níveis adequados de nutrientes. Elas fazem com que a infiltração de água e a aeração sejam aumentadas através da construção de seus túneis. 

     

    Compostagem – Parte 1

    O que é Compostagem?

     

    Já ouvimos falar neste termo algumas vezes, mas nem sempre nos atentamos ao que realmente é! Se a sua casa e/ou o local onde você reside acumula muito lixo, seguem algumas informações de como minimizar o lixo orgânico, produzir material orgânico para hortas e jardins.

    Compostagem é o método usado para potencializar o processo natural de decomposição e, assim, transformar materiais orgânicos – qualquer coisa desde esterco e espigas de milho até grama e papel usado – em composto orgânico, um material com aparência de húmus que traz grandes benefícios ambientais. Em áreas verdes, as folhas e galhos que caem no chão da floresta formam uma cobertura úmida e rica em nutrientes que protege as raízes e serve de lar para organismos que têm importância fundamental na reciclagem que ocorre na natureza: as minhocas, os insetos e um sem-número de microorganismos e bactérias. Durante a compostagem, essas criaturas usam a matéria-prima que nós fornecemos como alimento, desprendendo vapor d’água, calor e dióxido de carbono. Havendo o controle adequado do ar e da umidade, o processo de compostagem pode transformar grandes quantidades de matéria orgânica em composto orgânico num espaço de tempo relativamente curto. Um bom exemplo em pequena escala é um monte de composto orgânico num quintal. Materiais de origem vegetal ainda verdes (grama, sobras de vegetais de cozinha e restos de podas de flores) misturados a outros já secos (ramos, folhas secas e papel toalha usado), numa proporção de 1:3, fornecem um equilíbrio de nitrogênio e carbono que ajuda os micróbios a decompor eficientemente esses materiais.

    A compostagem pode reaproveitar uma quantidade substancial de resíduos que iriam para aterros ou incineradores. É um complemento às formas tradicionais de reciclagem. Mas a compostagem não é usada apenas para a redução de volume ou como sistema de reaproveitamento. De muitas formas, a compostagem fecha o ciclo da reciclagem e contribui positivamente com o meio ambiente. A compostagem recicla os resíduos orgânicos e os devolve ao solo, aumentando a sua fertilidade, ajudando no controle da erosão, restaurando alagados e purificando a terra através da correção ecológica do solo.

    Em um recente estudo realizado na Califórnia, verificou-se que a adição de materiais compostáveis à coleta de materiais recicláveis aumentou os índices de reaproveitamento de 16% para 58%. Em um estudo similar realizado em Connecticut, a adição de materiais compostáveis aumentou os índices de reaproveitamento de 40% para 70%.

    A compostagem é um tipo de reciclagem e é considerada como tal pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA). A compreensão pública da compostagem começa nos quintais, onde milhões de pessoas fazem compostagem doméstica para reduzir a quantidade de material que segue juntamente com os resíduos sólidos na coleta municipal. Muitos recipientes são financiados pela própria comunidade. A compostagem é essencial para que sejam alcançadas as rigorosas metas de reciclagem estabelecidas pelo governo. Atualmente, cerca de 25 estados consideram a compostagem feita nos quintais como reciclagem, e 15 contabilizam normalmente a compostagem de resíduos sólidos em suas metas estaduais de reciclagem. Isso continuará a aumentar porque a compostagem pode ser usada para reciclar uma grande fração da produção municipal de resíduos sólidos. A adição da compostagem à reciclagem tradicional pode fazer com que haja o reaproveitamento de forma benéfica de aproximadamente 70% dos resíduos em vez de jogá-los fora como é feito na coleta tradicional.

    A EPA estabeleceu uma hierarquia para o gerenciamento de resíduos sólidos que tem como prioridade número um a redução de fontes geradoras de resíduos, seguida pela compostagem/reciclagem, recuperação energética e aterros sanitários. Em Challenge for the 90’s (1991), de autoria da EPA, a compostagem é apontada como peça-chave no reaproveitamento de resíduos orgânicos que iriam para os incineradores e aterros. Acrescente-se a isso o fato de que a EPA reconheceu a compostagem como método de controle de poluição de fonte difusa. Nesse contexto, o uso de composto orgânico ajuda a prevenir a poluição de rios e lagos através da perda excessiva de nutrientes causada pela água da chuva.

    O composto orgânico é o produto final relativamente estável da compostagem. Os termos “húmus” e “composto orgânico” são freqüentemente usados para designar o mesmo produto. O composto é rico em nutrientes e matéria orgânica e altamente benéfico ao solo e aos cultivos realizados nesse solo.

    C. aclandiae

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