Arquivo mensal: abril 2010

Instituto ETHOS abre inscrições

O Mundo Sob Nova Direção.

Sustentabilidade: O Novo Contrato da Sociedade com o Planeta.

Estão abertas as inscrições para a 12a. Conferência Internacional Empresas e Responsabilidade Social do Instituto Ethos. Esta edição ocorrerá entre 11 e 14 de maio de 2010, no Hotel Transamérica, em São Paulo. A Conferência terá toda a sua programação baseada na Carta da Terra, uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.

Como já se tornou tradicional, a Conferência Internacional 2010 será iniciada com o debate “RSE na Mídia”, no dia 11 de maio. Que em ano de eleições trará o debate “A Imprensa como Indutora da Sustentabilidade na Pauta Política”. Esta atividade é aberta ao público, assim como a 3ª edição da Mostra de Tecnologias Sustentáveis, que vai se realizar simultaneamente à Conferência Interna cional, no local.

A Conferência Internacional 2010 será mais interativa e participativa: o público será convidado a selecionar os momentos que quer vivenciar durante o evento: Compartilhar, Debater ou Aprender e também poderão propor novas discussões. Outra novidade serão as atividades propostas pelos parceiros nacionais e internacionais da Conferência: Instituto Akatu, Movimento Nossa São Paulo, Business for Social Responsibility, Fórum Empresa, Global Reporting Initiat ive, Pacto Global da ONU, Sustainability e Volans.

As inscrições podem ser feitas exclusivamente pelo site www.ethos.org.br/ci2010

Apoio: Planeta Voluntários

Mais informações:

Instituto Ethos – Assessoria de Imprensa

Cristina Spera – cspera@ethos.org.br

Tel: 11 3897-2444

Gladis Éboli – gladis@ethos.org.br

Tel: 11 3897-5709 ou 11 8899-0147

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EDUCAÇÃO GAIA – DESIGN EM SUSTENTABILIDADE

Educação Gaia é um programa que capacita profissionais a desenvolverem soluções criativas e eficientes para os complexos desafios à transição necessária em nossa sociedade. É um curso inovador que incentiva os participantes a desenharem sua atuação no mundo para gerar processos sustentáveis.

Oferece um espaço de convivência e experiência de transição em quatro âmbitos da experiência humana – Social, Econômico, Ecológico e Visão de Mundo –, estimulando a responsabilidade individual e a ação coletiva. Busca assim investigar de maneira objetiva os aspectos insustentáveis inerentes e sugerir novos caminhos para uma cultura sustentável e pacífica.

Sua metodologia baseia-se na necessidade da reflexão teórica aliada à experiência prática, incluindo aulas expositivas, dinâmicas, estágios, grupos para estudos de caso, saídas de campo, etc. O curso segue o currículo elaborado pelo GEESE – Global Ecovillage Educators for a Sustainable Earth – e obteve o endosso da UNITAR – Instituto para Treinamento e Pesquisa das Nações Unidas – que o reconheceu como contribuição oficial à Década Internacional da Educação para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (2004-2014).

O programa do curso é adaptado à realidade local dos 20 países em que atualmente é realizado. No Brasil, o curso acontece em SP, RJ, RS, DF e BA. No Rio de Janeiro, a ONG Terra Una – entidade que atua junto à temática de novos caminhos para a sustentabilidade – é a coordenadora do programa, em parceria com o Jardim Botânico e a Escola Nacional de Botânica Tropical, e apoio de outras instituições.

Destinado a gestores, educadores, empresas, ONGs, líderes comunitários, profissionais e estudantes de todos os ramos interessados na temática da sustentabilidade.

CORPO DOCENTE

May East (Findhorn – Gaia Education)

Jonathan Dawson (Findhorn – GEN)

Dominic Barter (CNV Brasil)

José Pacheco (Escola da Ponte)

Susan Andrews (Visão Futuro)

Peter Webb (Sítio Vida Clara Luz)

Valmir Fachini (OIA)

Marcos Arruda (PACS)

Ernani Fornari (Espaço Saúde)

Adma Garzeri (Instituto EcoSocial)

Fábio Brotto (Projeto Cooperação)

Denis Monteiro (ANA – Agroecologia)

Tomaz Lotufo (Sítio Beira Serra)

Equipe TERRA UNA:

Antonia Erian, Diogo Alvim,

Emmanuel Khodja, Filipe Freitas,

Lena Ferreira, Marina Dain

Rodrigo Codevilla, Taisa Mattos

PROGRAMA E DATAS DO CURSO

MÓDULO SOCIAL: 29 Julho a 01 Agosto + 05 a 08 Agosto

Liderança Sistêmica + Comunicação Não-Violenta + Mediação de Conflitos + Facilitação de Grupos + Comunidade e Diversidade + Ecovilas + Redes e Ações Colaborativas + Pedagogia da Cooperação

MÓDULO ECONÔMICO: 16 a 19 + 23 a 26 Setembro

Da Economia Global à Economia Social Solidária + Crise Energética + Indicadores de Sustentabilidade + Bancos Éticos + Redes de Troca + Moedas Sociais + Consumo Consciente + Novas Visões Organizacionais

MÓDULO ECOLÓGICO: 14 a 17 + 21 a 24 Outubro

Resiliência em Gaia + Permacultura e Design Integrado + Bioconstrução + Restauração de Ecossistemas + Biossistemas e Saneamento + Agroecologia, Agricultura Urbana e Sistemas Agroflorestais

MÓDULO VISÃO DE MUNDO: 18 a 21+ 25 a 28 Novembro

Cidades em Transição + Ecologia Profunda + Saúde e Cura + Dinâmica da Espiral + Origem Dual do Universo + Espiritualidade Socialmente Engajada + Novos Paradigmas para Educação

ESTÁGIO: 40 horas de estágio (alternadas ou em regime de imersão) em iniciativas que serão indicadas para aprofundamento e prática dos conteúdos estudados.

LOCAL: JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO – Escola Nacional de Botânica Tropical

216 HORAS DE PROGRAMA: 4 Módulos de 44 h/aula + 40 horas estágio

DIAS E HORÁRIOS: qui e sex de 19h às 22:30h + sáb e dom de 10h às 18:30h

60 VAGAS: os inscritos participarão de um processo de seleção

LINKS DE REFERÊNCIA

Gaia Education: www.gaiaeducation.com

Educação Gaia Brasil: www.gaiabrasil.net

Terra Una: www.terrauna.org.br

INSCRIÇÕES ATÉ 15 DE JUNHO

(21) 2221-5202 / 9194-5782

gaia@terrauna.org.br

Atenciosamente,

Equipe TERRA UNA

www.terrauna.org.br

ISOPOR, é reciclável sim!

Ao contrário do que se pensa, o isopor é um tipo de plástico e é um material 100% reciclável. Porém, esta idéia não é muito difundida e poucas pessoas se interessam por este empreendimento. O isopor é muito utilizado no nosso cotidiano e, apesar de não nos darmos conta disso, quando descartado de forma incorreta pode parar no esgoto e, por ser um material impermeável, entope canos e trás muitos problemas; além de ser um material que, apesar de muito leve, geralmente é volumosos e ocupa muito espaço.

Hoje há apenas uma empresa trabalhando com este material, em Guarulhos-SP, que processa apenas 100 toneladas mensais por falta de matéra prima, já que a maioria deste material é destinado aos depósitos de lixo – “lixões” ou aterros sanitários por falta de informação. Na reciclagem, o isopor passa por uma máquina onde é transformado em uma massa, depois é triturado; esse pó é derretido e são feitos fios plásticos que são triturados novamente e esses grãos são transformados em molduras, rodapés e acabamentos para decoração.

A idéia surgiu da empresa que não queria mais disperdiçar madeira, já que o isopor, após tratado, se confunde com a aparência da madeira. Esta empresa gerou muitos novos empregos e promoveu uma cooperativa que deu emprego à famílias necessitadas. Ela faz a coleta do isopor de uma rede de supermercados que resolveu o seu problema com o imenso volume de isopor gerado em suas lojas.

O isopor também pode ser usado na indústria mecânica ou virar matriz energética – através da queima; além da obtenção de gases e de óleos. Atualmente existem muitos estudos que mostram várias utilidades para este material de diversas formas, dando assim um destino correto para o isopor. Já foi feito até o concreto que leva o isopor triturado. Mas para se implantar a reciclagem é preciso que todos estejam cientes e que mais empresas invistam e vejam que esta idéia vale a pena, para o bem do mundo e dos seres humanos que vivem nele.

Por Mariana Resende Moura

Fonte: http://www.supersession.com.br/revistas/ed3/index.html

Info Bambu – Tratamento

 

Segundo a botânica Ximena Londoño da Colômbia e diversas culturas de bambu o fator principal para se obter culmos resistentes de bambu é a forma e hora da colheita. A época do ano que o bambu guarda uma maior parte de suas reservas nas raízes (rizomas) é o inverno, o momento antes do aparecimento dos novos brotos. Colhendo nesta hora obtemos um bambu com menos açúcar, que é o alimento dos insetos e fungos que se alimentam do bambu, e estes aparecem menos no inverno. No Brasil e no Hemisfério Sul esta época acontece no meio do ano. Por isso a cultura popular brasileira afirma que são os meses sem a letra “r”: maio, junho, julho e agosto. Após este período começa a geração de novos brotos.

Outra atenção especial a ser tomada é a idade do bambu. Para fins de tecelagem ou cestaria usam-se os bambus jovens e imaturos, pela sua flexibilidade. Para fins de construção deve-se usar os bambus maduros, mas não podres, com cerca de 3 a 4 anos, quando atingiram sua resistência ideal.

Estando na época certa do ano deve-se escolher a fase adequada da lua , esta sendo a lua minguante. A razão científica para este fato ainda está sendo investigada, mas é corroborado pela cultura popular e pela experiência.

Dentro da fase adequada da lua, escolhem-se as horas antes do amanhecer como as ideais. Após o corte aconselha-se deixar o bambu em pé no local de colheita, ainda apoiado nos vizinhos, por cerca de 2 a 3 semanas. Neste tempo ele secará, mas ainda nos estados de temperatura, pressão e umidade em que sempre viveu. Os passos seguintes diferem muito entre si na quantidade de culmos, disponibilidade de recursos e transporte, fins, etc…

SECAGEM

O culmo cortado ainda estará úmido por dentro, e, desejando utilizar-se o bambu para fins de construção de objetos ou estruturas deve-se secá-lo para obter resistência e durabilidade. Pode-se apoiar o bambu, ainda com as folhas, em um aposento arejado com chão e parede livres de umidade, sob proteção da chuva e do sol, e, dependendo da espécie e das condiçòes climáticas, deixar a seiva escorrer e evaporar de 2 a oito semanas.

Com fogo podem-se obter resultados mais rápidos, mesmo com climas mais frios e úmidos. Segundo Johan Van Lengen, do Instituto Tibá, no seu livro “Manual do Arquiteto Descalço”: “faz-se um buraco pouco profundo e cobre-se o solo e as esquinas com tijolos, para que não perca calor. O bambu deve ser colocado a uns 50 cm acima do fogo. Para que seque de maneira uniforme, deve-se virar os troncos de vez em quando. Com este método, a parede do tronco fica mais resistente aos insetos, mas cuidado! Se o fogo é muito forte pode abrir ou deformar os troncos.”

Ler tudo…

http://www.bambubrasileiro.com/info/trata/index.html